domingo, 29 de junho de 2014

Reflexão do texto:

“O modelo dos modelos”
Ítalo Calvino.


            O texto “O modelo dos modelos” nos alerta para a importância de não fixarmos em modelos únicos, prontos e acabados. Podemos até levar em consideração os modelos, pois sabemos que eles existem, porém devemos estar abertos a construir as nossas próprias ideias e não tê-los como únicos. Ao estabelecer relações do texto com o AEE penso que temos que buscar o melhor, o mais apropriado, o mais significativo e o mais próximo do contexto da realidade no nosso aluno. O trabalho no AEE nos traz esse desafio. Cada aluno que recebemos é um ser único. Temos que conhece-lo na sua individualidade, nas suas possibilidades e acreditarmos que a importância do nosso trabalho está na nossa sensibilidade e competência de extrairmos o melhor do nosso aluno e acreditar que ele apresenta capacidade e habilidades e nós, professores, servimos de mediador, pois temos que estar preparados para trabalharmos dentro da perspectiva da inclusão, fazer as intervenções necessárias para o sucesso do aluno e o seu crescimento de forma global em todos os aspectos.

domingo, 8 de junho de 2014

COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA – RECURSOS E ESTRATÉGIAS EM BAIXA TECNOLOGIA PARA APOIAR O ALUNO COM TEA (TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA)



Cursista: Abigail Rita Pereira de Paula Correa


A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
A CA pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala: gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano.
Com o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta poderosa de voz e comunicação. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário.








Recursos Atividades em Baixa Tecnologia

Rotina

A rotina é importante para que a pessoa autista saiba o que vai acontecer no contexto familiar, social ou educacional, que está inserido. Ela permite a pessoa autista tenha a consistência da estruturação do trabalho que vai ser desenvolvido.  No contexto da rotina é importante perceber quando as aquisições forem alcançadas, com isso, precisamos repetir tal aquisição em situações diferentes e com pessoas diversas.
Para algumas pessoas autistas, o lugar para desenvolver as atividades pedagógicas, deve ser bem-estruturado, qualquer alteração pode causar uma crise.


Rotina Escolar


Objetivo: trabalhar meios para viabilizar a comunicação, a interação social, a flexibilização e o vocabulário.


A professora fará antecipação do que vai acontecer para todos os alunos, mostrando o painel de acordo com a sequência dos acontecimentos do dia. Esse painel é flexível e poderá ser usados fotos.
Observação: Essa atividade poderá ser trabalhada também com a família, desenvolvendo o mesmo processo na casa do aluno autista.



Histórias Infantis

Avental - É um avental confeccionado em tecido que facilita a fixação de símbolos ou letras com velcro, que é utilizado pelo parceiro. No seu avental o parceiro de comunicação prende as letras ou as palavras e a criança responde através do olhar. Essa atividade poderá ser usada na SRM ou na sala comum.
Objetivo: Desenvolver a comunicação, flexibilização, vocabulário e interação social.





Pranchas de comunicação


- As pranchas de comunicação podem ser construídas utilizando-se objetos ou símbolos, letras, sílabas, palavras, frases ou números. As pranchas são personalizadas e devem considerar as possibilidades cognitivas, visuais e motoras de seu usuário.

Culinária com o Boardmaker:
Fichas de receitas ou receitas completas podem ser descritas com a sequência de símbolos gráficos associados com a escrita. Para confecção destes recursos a ferramenta Simbolar será muito útil.
Objetivo: Compreender o conteúdo desenvolvido através de imagens. Essa atividade será desenvolvida na sala comum buscando a interação do aluno TGD com seus pares.




Descrição de imagem:
Um boneco aponta para uma ficha de culinária onde está descrita, com texto e símbolos, a receita de salsicha com molho.

domingo, 20 de abril de 2014

Informativo: DMU (Deficiência Múltipla e Surdocegueira)


A Pessoa com Surdocegueira

Segundo MClnnes (1999), a premissa básica é que a surdocegueira é uma deficiência única e requer uma abordagem específica para favorecer a pessoa com surdocegueira e um sistema para dar este suporte. O referido autor subdivide as pessoas com surdocegueira em quatro categorias:
·         Indivíduos que eram cegos e se tornaram surdos;
·         Indivíduos que eram surdos e se tornaram cegos;
·         Indivíduos que se tornaram surdocegos;
·         Indivíduos que nasceram ou adquiriram surdosegueiras precocemente, ou seja, não tiveram oportunidade de desenvolver linguagem, habilidades comunicativas ou cognitivas nem base conceitual sobre a qual possam construir uma compreensão de mundo.
O mesmo autor ainda relata que muitos indivíduos com surdocegueira congênita ou que a adquiriram precocemente têm deficiências associadas como: físicas e intelectuais. Estas quatro categorias podem ser agrupadas em surdocegos congênitos ou surdocegos adquiridos. E dependendo da idade em que a surdocegueira se estabeleceu pode-se classifica-la surdocegos pré-linguísticos ou surdocegos pós-linguísticos.

Aprendizagem das Pessoas com Surdocegueira

            Indivíduos com surdocegueira apresentam dificuldades em observar, compreender e imitar o comportamento de membros da família ou de outro que venha entrar em contato, isso causado pela combinação das perdas visuais e auditivas que apresentam. Existem importantes estratégias de intervenção para o estabelecimento da comunicação com a criança com surdocegueira, as técnicas “mão sobre mão” é um exemplo (a mão do professor é colocada em cima da mão do aluno de forma a orientar seu movimento, neste momento o professor tem o controle da situação, ou a mão do professor pode ser colocada embaixo da mão do aluno orientando seu movimento, mas não a controla dando oportunidade da Pessoa com Deficiência a explorar com segurança).










Atividade mão sobre mão

Segundo Ayres (1982) “a defesa tátil é a forma como a criança experimenta e reage de maneira negativa e emocionalmente às sensações do tato.”. É fundamental que a Pessoa com surdocegueira seja ensinada e motivada a descobrir como usar sua visão e audição residuais assim como outros sentidos remanescentes, fornecendo informações sensoriais que possam aguçar a sua vontade de buscar novas sensações. A aprendizagem incidental se torna menos acessível à pessoa com surdocegueira devido as perdas parciais ou totais dos sentidos, isto é, audição e visão; fazem com que a informação chegue de forma entrecortada, não entendendo ou não tendo nexo, consequentemente a Pessoa fica retraída. É aí que entra a importância do mediador para passar as informações integralmente. Se torna imprescindível: sistemas de comunicação adequados, o ambiente deve ser planejado e organizado adequadamente para facilitar sua inserção e interação com pessoas e objetos; a antecipação de tudo que vai acontecer, o local e a atividade, a estimulação para a Pessoa procurar se comunicar e explorar o ambiente.
            Se a comunicação efetiva não for estabelecida na infância a Pessoa quando adulta poderá fazer uso de comportamentos inadequados para se comunicar.
            A comunicação é uma das principais barreiras encontradas pela pessoa surdocega. Por esse motivo o ensino de métodos de comunicação eficazes deve ser priorizado. É relevante destacar que o tato desempenha um papel crucial na comunicação, constituindo a via promissora no estabelecimento das interações com o ambiente.

Pessoa com Deficiência Múltipla

            “São consideradas pessoas com Deficiência Múltipla àquelas que têm mais de uma deficiência associada. É uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de pessoas, relevando associações diversas de deficiências que afetam, mais ou menos intensamente, o funcionamento individual e o relacionamento social.” MEC/SEESP, 2002.
            Esses alunos constituem um grupo com características específicas e peculiares e, consequentemente, com necessidades únicas. É imprescindível dois aspectos importantes: a comunicação e o posicionamento.
·         Comunicação
Toda e qualquer forma de comunicação e atividade de aprendizagem é fundamental respeitar a dignidade e individualidade de cada aluno com deficiência múltipla. Isso se refere a pessoas que necessitam de um mediador entre ele e o meio fazendo esse estabelecimento de códigos comunicativos entre a pessoa com deficiência múltipla e o receptor.  Este mediador será responsável em ampliar o conhecimento de mundo dessa pessoa visando proporcionar-lhe autonomia e independência, não perdendo o contexto no qual está acontecendo à comunicação, onde as manifestações ocorrem e sua frequência para compreender o que realmente o aluno quer passar para compreender melhor o que ele tem intenção de comunicar e responder.
·         Posicionamento
É muito importante uma boa adequação postural. Trata-se de colocar o aluno sentado em uma cadeira de rodas, ou cadeira comum, ou mesmo deitado; de forma confortável para que possa participar das atividades propostas e possa fazer uso da comunicação de gestos ou movimentos com os quais possa ser compreendido e consiga usufruir técnicas de comunicação. Existem alguns cuidados básicos como o campo visual do aluno ou mesmo a acuidade visual que poderão influenciar os movimentos posturais em busca do melhor ângulo.
  
Necessidades específicas das pessoas com Surdocegueira e com Deficiência Múltipla

Nos seres humanos o corpo é a realidade mais imediata. Por meio dele e a partir dele o Homem descobre o mundo e a si mesmo.
            Para a pessoa com surdocegueira e deficiência múltipla o desenvolvimento do esquema corporal é fundamental.
            Para que a pessoa possa se auto perceber e perceber o mundo exterior é necessário buscar a sua verticalidade, o equilíbrio postural, a articulação e a harmonização de seus movimentos, a autonomia em deslocamentos e movimentos; o aperfeiçoamento das coordenações viso motora, motora global e fina; e o desenvolvimento da força muscular.
            As pessoas com sudocegueira e com deficiência múltipla que não apresentam graves problemas motores, precisam aprender a usar as duas mãos devido às dificuldades fonoarticulatórias, motoras ou mesmo neurológicas é comum nessas pessoas algum tipo de limitação na comunicação e no processamento e elaboração das informações recolhidas do seu entorno.
            Prioritariamente deve-se, portanto, disponibilizar recursos para favorecer a aquisição da linguagem estruturada no registro simbólico, tanto verbal quanto em outros registros como o gestual.
            Mesmo quando a deficiência predominante não é nã área intelectual, todo trabalho com o aluno com deficiência múltipla e com sua surdocegueira implica em constante interação com o meio ambiente. Este processo interacional é prejudicado quando as informações sensoriais e a organização do esquema corporal são deficitárias. Prever a estimulação e a organização desses meios de interação com o mundo deve fazer parte do Plano do AEE.
            Para todo e qualquer aluno é necessário repensar a organização espacial da escola e da sala de aula. As estratégias e os recursos para aprendizagem dos alunos com surdocegueira e deficiências múltiplas são fundamentais para o sucesso do aluno.

Estratégias utilizadas na aquisição da comunicação

            Objetos de referência, caixa de antecipação, calendários, adequações visuais, materiais didáticos visuais e auditivos, TA (tecnologia assistiva).
·         Comunicação Receptiva;
·         Comunicação Expressiva;
·         Comunicação Alternativa.
O sistema de comunicação para a pessoa com surdocegueira pré-linguístico (não tem um sistema de comunicação estabelecido) precisará aprender a usar os resíduos tanto visuais quanto auditivos, usando pistas, uso de calendário para estabelecer uma rotina, usar objetos referência para a sua comunicação.
Outra forma de comunicação é a LIBRAS, Todoma (sistema de comunicação que a pessoa recebe a falta através do tato), Dactilologia, guia intérprete (pessoa que auxilia na comunicação da pessoa surdocega fazendo descrição visual e passando informações).

É muito importante a motivação da criança, a parceria da família e a organização de um AEE articulada com a Escola/Família/Parceiros. É fundamental acreditar nas potencialidades da Pessoa com Deficiência Múltipla e Surdocegueira, pois é isso que faz a diferença.

domingo, 9 de março de 2014

Atendimento Educacional Especializado de Pessoas com Surdez

Atendimento Educacional Especializado de Pessoas com Surdez



A Educação da Pessoa com Surdez vem sendo um desafio a ser superado. Historicamente as concepções sobre a educação de PS se fundamentaram em três abordagens diferentes: a Oralista, a Comunicação Total e a Abordagem por meio do Bilinguismo.
O Bilinguismo visa capacitar a Pessoa com Surdez com utilização das duas línguas no cotidiano da escola e na vida social, a Língua de Sinais (LIBRAS) e a Língua da Comunidade Ouvinte. Na perspectiva da Educação Inclusiva para Pessoas com Surdez o Bilinguismo oferece liberdade para a Pessoa com Surdez se expressar em uma ou outra língua. É fundamental destacar o direito das Pessoas com Surdez à Educação de acordo


com o Decreto 5626, de 5 de Dezembro de 2005, que garante sua formação, em que a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa, preferencialmente, na modalidade escrita, constituam Línguas de Instrução, e que o acesso às duas línguas ocorra de forma simultânea no ambiente escolar, colaborando com o processo educativo (Abordagem Bilíngue na Escolarização de PS página 09).


A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva vem ao encontro dessas necessárias mudanças no ambiente escolar e também nas práticas sociais/institucionais visando a aprendizagem e participação dos alunos com surdez na escola comum. Repensando as propostas educacionais que conduzam às práticas pedagógicas mais criativas e eficazes nas escolas públicas e particulares. O paradigma inclusivo não se coaduna com concepções que dicotomizam as pessoas com ou sem deficiência. Portanto as pessoas com surdez não podem ser reduzidas à condição sensorial, mas com potencialidades enquanto seres de consciência, pensamento e linguagem. Nessa perspectiva a propostas da educação Bilíngue pauta a organização da prática pedagógica na escola comum e no AEE.


Conforme Damázio (2007), o AEE envolve três momentos didáticos-pedagógicos:
Atendimento Educacional Especializado em LIBRAS;
                                      Atendimento Educacional Especializado de LIBRAS;
                                      Atendimento Educacional de Língua Portuguesa;





A sala de aula comum é um espaço que engloba todas as diferenças humanas. É nela que se torna possível o confronto das capacidades e potencialidades das pessoas, oportunizando trocas vitais para o pleno desenvolvimento biopsicossocial cognitivo e cultural. Nesse processo educativo a educação no AEE PS visa preparar o individuo no sentido global provocando um processo, envolvendo mudanças e rompendo fronteiras para uma educação plena e de qualidade.

domingo, 8 de dezembro de 2013

                EAD- PÓS AEE 
     Descrição  e Audiodescrição
A Audiodescrição é um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), que consiste na técnica de narração realizada por uma audiodescrição, que descreve com o máximo de detalhes e sem julgamentos, tudo que acontece nas cenas de uma obra audiovisual, de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. Um recurso de acesso e autonomia para pessoas com deficiência visual e outros públicos.
                                                                                         (Maurício Santana – Iguale)

A audiodescrição é uma tecnologia assistiva que busca suprir a lacuna deixada pela comunicação visual, para aqueles que dela não conseguem tirar proveito. No atual estado da arte dos meios de comunicação, não há dúvidas de que a ausência da audiodescrição cria uma situação de desconforto. Inúmeros são os momentos em que sentimos falta de um detalhamento do que está acontecendo. Seja na televisão, teatro, cinema ou mesmo nas descrições de gráficos e figuras de um livro, ou imagens de uma página da internet, ela é fundamental para a participação efetiva das pessoas com deficiência na interação com a sociedade.
                                                                                        (Laércio Santana – Prodam)
A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.
                                                                                                                       (Lívia Motta)



Esta sugestão de atividade contida nesse link poderão contribuir para os professores do AEE, garantir a participação do aluno com deficiência visual tornando essa atividade prazerosa,  pois poderão desenvolver sua imaginação com a audiodescrição.

Foi interessante a pesquisa nos sites sugeridos, me oportunizando ampliando meu conhecimento nessa área.

domingo, 20 de outubro de 2013

ATIVIDADE PARA DI

Disciplina: DI
Aluna: Abigail Rita Pereira de Paula Corrêa
Tutora: Marileth Neves Berto
Várzea Grande, 20/10/2013

Atividade para alunos com DI



Essa atividade proporcionará condições do aluno com DI conhecer as cores, fazer a seleção delas associando a cor da tampa de garrafa com a cor do orifício da caixa. Essa atividade poderá ser executada paulatinamente, aumentando as cores gradativamente. Poderá também ser trabalhado a contagem dos números e quantidades.

domingo, 8 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva

Recurso de Tecnologia Assistiva
Disciplina: DF
Tutora: Marileth Neves
Aluna: Abigail R.P.P Corrêa
Recurso da Tecnologia Assistiva


Calendário e Quadro de Atividades
É muito comum  que os alunos e professores façam juntos o planejamento das atividades que serão desenvolvidas durante o período de aula. Nesse caso também os símbolos de comunicação podem ser utilizados.



Calendário cofeccionado em feltro. Símbolos de comunicação representativos do mês, do dia da semana, da estação do ano, da sensação térmica no dia, são fixados com velcro e atualizados sempre que necessário.




 Painel indicando o dia da semana e o mês. Ao lado estão símbolos que a cada dia representam as atividades que serão desenvolvidas pela turma em sua programação: Rodinha, leitura, brinquedo livre, educação física, lanche, entre outros.



OBS.:  Nestas atividades o estudante estará ampliando sua habilidade funcional desenvolvendo vários aspectos: a sequência lógica dos acontecimentos, a sensaçao térmica no dia, a coordenação motora, a noção do tempo e espaço e estimulando a comunicação expressiva.